Oficinas Pedagógicas, Visita Temática e Saídas de Campo

3.º Ciclo do Ensino Básico e Secundário

Local: Jardim de Maria Nordman
Duração: 45 min

OFICINAS

Oficina 1

Plantas invasoras aquáticas – Rios de problemas

Datas: 5, 6 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

Plantas invasoras aquáticas – Rios de problemas
As espécies invasoras estão entre as principais causas de perda de biodiversidade. Nos meios aquáticos, a dispersão de novas plantas invasoras pode ser acelerada pela corrente dos rios e rapidamente estão a substituir as espécies nativas e a alterar o funcionamento dos ecossistemas, já fragilizados por outras ameaças como a poluição, a destruição de habitats ou as alterações climáticas. Muitas plantas aquáticas estão ameaçadas ou mesmo desaparecidas e a precisar da nossa ajuda. Nesta atividade vamos conhecer as plantas aquáticas nativas e as invasoras que as estão a ameaçar.

Conceção e dinamização: Jael Palhas (CFE, ESAC, UÉvora)

Oficina 2

Micromundos - À descoberta da vida invisível dos charcos!

Datas: 2, 3, 4, 5, 6 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

Micromundos – À descoberta da vida invisível dos charcos!
Os charcos são ambientes aquáticos de grande importância. Estes ecossistemas albergam uma admirável diversidade de microrganismos com diferentes tamanhos, formas e cores. Apesar de serem invisíveis a olho nu, os microrganismos são fundamentais para o equilíbrio ecológico e para a manutenção da qualidade da água. Nesta oficina vamos conhecer os micro-habitantes dos charcos do Parque de Serralves.

Conceção: Rui S. Oliveira (CFE, DCV, Univ. Coimbra)
Dinamização: Adriana Pereira, João Mendes, Rui S. Oliveira (CFE, DCV, Univ. Coimbra)

Visita Temática

Visita Temática

Fictional Forests e Burned Cork – Resilience

Fictional Forests e Burned Cork – Resilience
Gil Delindro

Datas: 2, 3, 4, 5, 6 maio
Horários:
9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30
Duração: 45 min
Local: Celeiro e Lagar

A visita procura dar a conhecer duas instalações do artista Gil Delindro, Fictional Forests e Burned Cork – Resilience.

Fictional Forests, uma sonora eletroacústica, que vive da reapropriação de elementos orgânicos do património agrícola português. Esta obra explora a perceção da monocultura enquanto “memória romântica rural”, para aqui criar uma situação que é inteiramente fictícia, anormal e mecânica. Burned Cork – Resilience, uma direta homenagem à prática artesanal centenária dos tiradores de cortiça, esta obra reutiliza esse processo ao esculpir uma árvore vítima dos Incêndios florestais. Trata-se de uma escultura sonora que amplifica a topografia do Sobreiro em tempo real, a partir de microfones que produzem som através do contacto direto com a textura da cortiça queimada.

Conceção e Dinamização: Ana Ferreira

SAÍDAS DE CAMPO

Temáticas: Anfíbios; Aves; Árvores e arbustos; Briófitas; Líquenes; Plantas Herbáceas
Duração: 45 min
Local: Alameda dos Castanheiros da Índia

As saídas de campo procuram explorar a Biodiversidade do Parque de Serralves com a ajuda de investigadores e especialistas dos diferentes grupos taxonómicos.

Saída de Campo 1

Anfíbios

Datas: 2, 3, 4, 5, 6 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

Observação e identificação de anfíbios
Os anfíbios são o grupo de vertebrados mais ameaçado do mundo, mas, apesar da sua grande vulnerabilidade e importância ambiental, bem como a sua fácil observação e identificação, este grupo continua a ser largamente desconhecido e negligenciado pela população em geral. Esta atividade pretende dar a conhecer e estimular o interesse pelos anfíbios de uma forma dinâmica e marcadamente prática. Será efetuada uma introdução teórica sobre as principais características e importância dos anfíbios, bem como dos métodos, materiais e cuidados para a sua observação, manuseamento e identificação, após a qual se realizará uma saída de campo para a observação de adultos e larvas de anfíbios e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos.

Conceção e Orientação: CIIMAR

Saída de Campo 2

Árvores e arbustos

Datas: 2, 3, 4, 5, 6 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

Descobrir as árvores e arbustos de Serralves
O Parque de Serralves está situado num local da cidade do Porto com um clima muito benigno, que permite o crescimento de plantas diferentes, entre as quais algumas espécies nativas do nosso país, quer das zonas de clima atlântico, quer da parte mediterrânica. Todas as árvores e arbustos presentes no Parque estão identificadas e georreferenciados numa plataforma, que é usada para divulgação e gestão do património botânico do Parque. De uma forma geral vão inteirar-se da diversidade de árvores e arbustos que pode ser encontrada num espaço como Serralves.

Conceção e Orientação: Floradata

Saída de Campo 3

Aves

Datas: 2, 3, 4, 5, 6 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

Descobrir as aves de Serralves
As aves sempre fascinaram o ser humano, quer pela sua capacidade de voar e canto, assim como pela beleza da sua plumagem, muitas espécies apresentando belas e chamativas cores. Esta atividade permitirá que os alunos se familiarizem com diversas espécies que podem ser observadas num espaço como este, em contexto urbano, e consigam associar determinadas espécies a habitat específicos, entendam conceitos como espécies residentes e espécies migradoras, o que são espécies autóctones e, por contraponto, espécies exóticas. De uma forma geral vão inteirar-se da diversidade de aves que pode ser encontrada num espaço como Serralves.

Conceção e Orientação: Floradata

Saída de Campo 4

Briófitas

Datas: 2 e 4 maio
Horários: 14h30; 15h30

Passeio à lupa – à descoberta de cinco espécies comuns de Briófitas (Musgos e Hepáticas) em Serralves
As briófitas são plantas terrestres, vulgarmente conhecidas por musgos e estima-se que globalmente existam cerca de 18.000 espécies. Estas plantas são de pequena dimensão, não apresentam sistema condutor especializado e são muito dependentes do grau de humidade do ambiente em que ocorrem. As briófitas desempenham papéis ecológicos essenciais em muitos ecossistemas, tais como retenção de água, contribuição para a formação de solo, como espécies pioneiras na colonização de microhabitats, reciclagem de nutrientes, produção de biomassa e fixação de carbono. No Parque de Serralves, as briófitas colonizam os mais diversos substratos e habitat.

Conceção e Orientação: Helena Hespanhol

Saída de Campo 5

Líquenes

Datas: 2, 3, 4, 5, 6 maio
Horários: 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

Líquenes à lupa em Serralves
Os líquenes são organismos com uma grande variedade de formas e cores, mas muitas vezes esquecidos devido ao seu pequeno tamanho. Estes organismos são associações estáveis entre um fungo e/ou uma cianobactéria, e crescem sobre troncos de árvores, pedras, solo e outros substratos. Esta atividade permitirá que os alunos contactem com os alguns dos líquenes que existem no Parque de Serralves e que adquiram noções acerca da sua diversidade, ecologia e do seu uso como bioindicadores de poluição atmosférica.

Conceção e Orientação: Floradata
 

Saída de Campo 6

Plantas herbáceas

Datas: 2, 4 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30

Datas: 3, 5, 6 maio
Horários: 9h30; 10h30; 11h30; 14h30; 15h30

As espécies da flora herbácea do Parque de Serralves
No Parque de Serralves existem muitas plantas herbáceas, desde nativas a exóticas, que crescem de forma espontânea. Vamos falar destas plantas que podem colonizar desde florestas, a baldios, bermas das estradas e quintais, e que não precisam de muito para sobreviver. Estas plantas que passam despercebidas, têm imensas propriedades, sendo algumas comestíveis, outras medicinais, e várias são excelentes indicadoras das propriedades do solo onde se estabelecem.

Conceção e Orientação: Floradata

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